Schasta

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Sétimo dia – Munique

Posted by schasta fevereiro - 21 - 2015 0 Comment

Retomando as postagens sobre a viagem para a Europa, como já faz alguns anos, parte da história se perdeu, mas, espero através das fotos, resgatar algumas experiências vividas.

Para aproveitar bem o dia, seguimos a rotina de as 7 da manhã ir tomar café. O café do hotel era simples e com uma boa diversidade de geleias.

 

 

 

 

 

Ao buscar informações turísticas descobrimos que havia excursões de Munique para o castelo Neuschwanstein, o qual não havíamos conseguido ir em Garmisch. Achei que teria que choramingar para convencer a Dady, mas, ela aceitou de boa a ideia de pegarmos a excursão.

Como ainda chovia, preparamos nossas capas de chuva, e fomos ao ponto de encontro. Conhecemos a simpática guia que falava portunhol, e pegamos o ônibus rumo ao castelo que inspirou a Disney. Pelo boné da Dady, dava para ver que ela esperava sol, a inocente não sabia de nada.

 

 

 

 

 

Não era permitido tirar fotos no castelo, sendo que em apenas uma janela da entrada, pude fotografar a neve no topo da montanha, sim, falei neve, quem disse que eu ia enfrentar o calor por lá? Ao fim da visita ao castelo, todos já estavam com pena das brasileirinhas despreparadas, com pouca roupa, passando frio…

 

 

 

 

 

Não posso esquecer de mostrar imagens da subida em direção ao castelo, é uma região turística, ou seja, não há pessoas vivendo nas vilas próximas, todos vão até lá para trabalhar e retornam para suas casas a noite. Mais distante há outras atrações, que devido ao curto espaço de tempo, não puderam ser visitadas.

 

 

 

 

 

A última sala a ser visitada no castelo é a cozinha, com suas panelas de cobre, bem interessante a história, e era dessa região que saia o sistema de calefação, o ar que transferido por um sistema de dutos bem elaborado, aquecia todo o castelo nos gélidos dias de inverno.

Ao sair do castelo você pode escolher, voltar com o ônibus ou pela trilha. Lógico que eu, mesmo com o nariz vermelho de frio, quis usar a trilha, mas, não tinha santo que convencesse a Dady, que já estava quase sofrendo de hipotermia, de me acompanhar. Fiz a trilha acompanhada de uns chilenos,  super simpáticos, naquele momento entendi porque confundiam a Dady e eu com um casal, porque os dois pareciam um casal também. Acabamos nos separando da guia, mas, no fim, indo no nosso próprio ritmo, achamos o caminho.

A capa de chuva foi grande salvadora para proteger do vento frio, ficava mais quentinho, e pela forma que eu carregava minha bolsa, o pessoal do ônibus fazia piadinhas que eu parecia uma grávida, foi um passeio divertido. Para ter ideia do frio tinha até jovem passando com esqui na mão, para ir derrapar nos topos gelados atrás do castelo.

 

 

 

 

 

O ideal é visitar o castelo no verão, é comum irem em grupo de bicicleta (há uma linda paisagem no caminho), e tomarem banho no lago, mas, sem condições de fazer isso no inverno! Uma curiosidade na trilha, são as pedras empilhadas (já vi isso em animes!), uma forma de fazer desejos.

 

 

 

 

 

Com o frio e a chuva, ao término da excursão,  no caminho para o hotel encontramos uma lanchonete com uma comidinha com ar bem caseiro, o problema é que o atendente só falava alemão, pela linguagem de sinais conseguimos indicar os ingredientes para a marmita e leva-la para o hotel. Mas, até aquele momento eu não conhecia a paixão dos alemães pelo curry, gente, que comida temperada, uma garfada e era ardência pura, nem a água e nem o refrigerante ajudavam a aliviar, desespero puro! A Dady dizia que eu não devia desperdiçar comida, mas, não tinha como eu terminar aquele prato lindo… foi tudo para o lixo :( . Depois disso, pelos próximos dias só comi em fast food…